David Justi

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A arte de Romero Britto

Romero Britto (1963) é um famoso pintor e artista plástico brasileiro. Radicado em Miami, nos EUA, ficou conhecido pelo seu estilo alegre e colorido, por apresentar uma arte pop, despojada da estética clássica e tradicional. É considerado um dos artistas mais prestigiados pelas celebridades americanas e o pintor brasileiro mais bem sucedido fora do Brasil.


Romero Britto (1963) nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 6 de outubro de 1963. Começou seu interesse pelas artes na infância, quando usava sucatas, papelões e jornais para exercitar a sua criatividade. Eram tempos de muitas limitações na cidade do Recife. Romero Britto também começou nessa época a usar a grafitagem, o que foi de grande influência em seu trabalho. Iniciou o curso de Direito na Universidade Católica de Pernambuco, mas depois viajou aos Estados Unidos e lá estabeleceu-se como artista de sucesso até hoje.


É muito influenciado pela estética cubista e tem Picasso como um grande mestre. Seu estilo vibrante e alegre, com cores fortes e impactantes fez com que sua obra tivesse forte ligação com a publicidade. O artista já mostrou o seu talento pintando para uma campanha publicitária da marca de vodca sueca Absolut, para as latas de refrigerante da Pepsi Cola, e redesenhou personagens de Walt Disney.


Muitas celebridades admiram a obra de Romero Britto, como Arnold Schwarzenegger, Madonna, os ex-presidentes Bill Clinton, Fernando Henrique Cardoso, Carlos Menem, respectivamente dos EUA, Brasil e Argentina. Suas coleções estão presentes em diversas galerias do mundo inteiro.


Dentre outras realizações, merece destaque a criação dos selos postais que levam o nome de Esportes Para a Paz, sobre as olimpíadas de Beijing. Outra criação importante é uma pirâmide que esteve instalada no Hide Park, em Londres, com uma altura similar a de um prédio de quatro andares. A obra deverá ser encaminhada para o museu da criança, na cidade do Cairo, no Egito.


Suas pinturas estão presentes em importantes aeroportos do mundo inteiro, como os de Washington DC, Nova York e Miami. Vale citar outros locais onde se pode ver e apreciar as suas obras: Montreux Jazz Raffles le Montreux Palace Hotel e Azul Basel Children’s Hospital, ambos na Suíça, e o Sheba Sheba Medical Center, Tel Aviv, em Israel.
Romero Britto foi homenageado pela escola de samba carioca Renascer no desfile do carnaval de 2012. O enredo abordou sua história, o colorido e a alegria de sua obra.
Hoje, o pintor vive em Miami, cidade na qual possui grande identificação. É casado e tem um filho.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Lã de Carneiro na Decor



Existem no mercado inúmeras variedades de tapetes confeccionados com fibras naturais. Na lista dos mais elegantes, destaca-se certamente o tapete de pele de carneiro. Para além da sua funcionalidade, o tapete de pele de lã de carneiro que confere um toque de luxo na divisão em que está inserido, sendo tapetes que embora mais caros, se transformam num bom investimento à longo prazo.


Um tapete de pele de carneiro de boa qualidade é mais durável que tapetes confeccionados com outros materiais, especialmente quando o tapete é feito com materiais 100% naturais. Dependendo da forma como trata dele e o estima, um tapete de pele de carneiro pode durar vários anos ou até décadas. Apesar de inicialmente parecerem caros, a verdade é que à longo prazo se transformam num bom investimento para a decoração da sua casa, uma vez que não precisa de o substituir tão frequentemente como faria com outro tipo de tapetes.


É o tapete ideal para climas mais frios ou estações do ano mais rigorosas, como é o caso do inverno, uma vez que são mais quentes e isolam melhor a temperatura. No verão também são uma opção viável devido ao seu aspecto soft, principalmente se forem de tonalidades mais claras e naturais.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Relógios Decor

O relógio deve estar dentro do estilo da decoração que você escolheu. Se você optou por um estilo mais rústico por exemplo, o relógio deve seguir essa mesma linha, com traços que ressaltem o estilo rústico. Já se o tema é mais moderno, escolha uma peça com linhas retas… E assim por diante.



quinta-feira, 1 de junho de 2017

O vidro e suas vantagens na construção civil

O vidro não é apenas uma escolha estética. Saiba algumas das vantagens que ele pode oferecer para sua construção. 

 
 

Vidro não é apenas uma escolha estética. Saiba algumas das vantagens que ele pode oferecer para sua construção.

O vidro é um elemento extremamente comum em construções civis, graças a sua grande versatilidade. Seja ele para residências ou edifícios, fachadas, janelas ou portas, acessórios ou paredes, o vidro é capaz de se adequar às necessidades do projeto. Além disso, o aumento da resistência e proteções atualizadas e modernas tornaram o vidro ainda mais seguro.
Veja a seguir algumas das vantagens e desvantagens que um vidro garante.

Vantagens
Quando o vidro é bem aproveitado em um projeto de construção civil, ele traz inúmeras vantagens.
• Pode ser utilizado para fins ornamentais
• Economia de energia artificial e aumento de iluminação natural
• Traz mais equilíbrio ao projeto como um todo
• Elemento extremamente versátil e impermeável
• Resistentes a impactos e/ou calor quando escolhidos adequadamente
• Material sustentável
• Prático, seguro e elegante

 
Desvantagens
Assim como qualquer outro produto de boa qualidade, possui suas desvantagens em alguns casos.
• Falta de privacidade quando o uso do vidro transparente é excessivo
• Limpeza frequente
• Se utilizado em excesso na fachada, pode ocorrer um aquecimento não desejado no ambiente.
• Maior dificuldade de manipulação do elemento.
• Peso relativamente alto.
Apesar das desvantagens que o vidro pode oferecer a alguns tipos de construção, ele ainda é um elemento extremamente utilizado nos dias de hoje. Para a construção civil, alguns tipos de vidro são mais comuns que outros, justamente para evitar problemas futuros após sua instalação. 


Alguns dos mais usados são:
Um dos produtos que mais oferece segurança, graças a sua alta resistência a impactos e temperatura. Este tipo de vidro oferece uma ampla variedade de aplicações: portas e fachadas, box de banheiro, vitrines, tampo de mesa, entre outros.
Formado por duas placas ou mais de vidro que são unidas por uma película de PVB, garante que, em caso de quebra, os cacos fiquem presos na película. Desta forma, o vidro laminado assegura muito mais segurança do que um vidro comum. Além disso, o produto varia até uma dimensão de 6000x3210mm, o que possibilita a aplicação em ambientes que necessitam de maior resistência e segurança, como por exemplo, fachadas, varandas, guarda-corpos, cobertura, entre outros.
Também conhecido como vidro duplo, é formado por duas placas de vidro que são unidas por um perfil de alumínio. Com isso, pode trabalhar com diversos vidros idênticos e oferecer então, mais resistência, conforto e segurança. Este tipo de vidro é indicado para hospitais, estúdios e ambientes climatizados.
Este tipo de vidro pode ser um temperado que passa por um processo de serigrafia, que faz com que o produto possa ter diversas cores e texturas. Este produto é muito usado em divisórias, portas, paredes e armários em ambientes internos.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Mantas, versáteis por natureza.



A manta é um dos itens mais versáteis da decoração, seja para espantar o friozinho em uma manhã gelada ou simplesmente deixar o sofá mais chique. Ela dá o tom do décor da sala, além de acrescentar cor e calor ao ambiente. Bem levinhas, cada uma tem um tipo diferente de fibras.


Antes de escolher a manta, saiba que um ambiente incrível é formado por cores e texturas diferentes. Não precisa ser tudo junto, é claro, mas a chave do sucesso é variar.
• Para adicionar textura, a manta deve ser de tecido diferente do sofá/poltrona/jogo de cama;
• Para combinar estampas, escolha uma paleta de cores comum entre a manta e a superfície sobre qual ela irá ficar;
• Para escolher cores, tenha em mente a sensação que gostaria de passar (e sentir) no ambiente. Cores escuras e tons fechados deixam o lugar mais quente e são perfeitos para o inverno. Se não quiser ousar nas cores, opte por um tom sobre tom, ou até mesmo mantas das mesmas cores com texturas variadas.
Fibras naturais (algodão, linho, lã, seda) são absorventes. Trazem conforto, absorvem a umidade e retêm o calor. Já as fibras sintéticas, tais como poliéster, nylon e acrílico não são. O tecido esquenta, mas não respira e tende a manchar e acumular odores.
Se as alergias são uma preocupação, escolha uma manta que pode ser lavada em água quente. As de algodão são as mais indicadas.


Falando nisso, quais são os tecidos mais usados na confecção das mantas?
• Lã escovada natural: tem um lado mais espesso de lã escovada, e outro liso. É quente e super macio.
• Lã pura: é aquela lã mais rústica, que pode vir dos carneiros, lhamas, alpacas e ovelhas – que é a mais comum. Recebe tratamento para maciez, mas preserva as fibras e retém mais calor que a lã escovada.
• Chenille: essa palavra francesa é o equivalente à lagarta. Os fios de chenille são embaraçados iguais aos de um casulo, mas extremamente macios, que lembram veludo. Retém e propaga luz, o que o torna um dos tecidos mais usados em decoração.
• Algodão: feito da planta, é o tecido mais popular em vestuário e homewear. A espessura e a quantidade fazem a diferença entre lençóis e cobertores.
• Cashmere: é a lã macia e aveludada produzida pelas cabras Cashmere, da região de Caxemira, da Índia, Tibete, Paquistão, Mongólia, Irã e Iraque. Item de luxo, aquece e deixa qualquer ambiente mais requintado.
• Seda: conhecido por sua resistência, suavidade e calor, mantas de seda oferecem o máximo em luxo. Também tem propriedades anti-microbianas e anti-fúngicos naturais.

Agora que já sabemos sobre o que usar, vamos aprender como usar!
• Dobrada no encosto entre a poltrona e a almofada: para quem tem bichinhos que adoram subir nos móveis, esse jeito de usar a manta protege o estofado e ainda dá um toque de cor.
• Sobre a cabeceira da cama: para deixar o quarto mais estiloso, escolha uma manta da mesma paleta de cores do jogo de cama e estenda sobre a cabeceira.
• Estilo “garçom”: o jeito mais fácil de usar a manta é dobrar ao meio no sentido do comprimento e deixar sobre o braço do sofá. Se continuar comprido, dobre ao meio de novo.


• Cascata: enrugue a manta no sentido do comprimento para criar um efeito drapeado. Jogue sobre o encosto, em uma das pontas do sofá, e deixe as pontas quase tocarem o chão.
• Aos pés da cama: depois de arrumar a cama normalmente, dobre a manta no sentido do comprimento e estenda no fim da cama. A faixa de cor e textura diferentes do resto da roupa de cama deixa o quarto mais bonito e aconchegante.
• Criando ângulos: para a chaises e camas, dobre a manta na metade, no sentido do comprimento; e depois na metade, na largura. Disponha em um dos cantos inferiores, criando um triângulo de cor.
• Despojado-chic: disponha a manta aberta de forma despretensiosa no canto do sofá, de modo que cubra parte do encosto e assento. Quanto mais ondas naturais, melhor.
• Dupla sobre a cama: sempre no sentido do comprimento, dobre uma manta na metade e estenda no fim do colchão, aos pés da cama; dobre outra aos terços, para ficar mais fininha e estenda abaixo dos travesseiros. A combinação liso + estampado é garantia de sucesso.
• Na cesta: enroladas em uma cesta, para que cada um escolha a sua é uma boa opção para eventos na área externa ou uma maratona de filmes com os amigos.
Então, para terminar, a manta não é uma tendência passageira, pode apostar sem medo! É garantia de requinte, mesmo em ambiente mais descolados e um jeito muito cool de espantar o frio.




quinta-feira, 11 de maio de 2017

Telhados Verdes

Ecotelhados são muito populares na Europa. A Alemanha é a pioneira no desenvolvimento de telhados verdes na era moderna. Desde os anos 70 pesquisadores universitários, arquitetos e fabricantes alemães se preocupam com este tipo de cobertura.


Nos anos 80, telhados verdes começaram a ser aceitos no mercado consumidor. Companhias alemãs como Zinco, Optima, Optigrün e Bauder são consideradas pioneiras da tecnologia de telhados verdes, principalmente no que diz respeito a materiais betuminosos impermeáveis à água e resistentes ao crescimento de raízes.


Cobertura verde, também conhecida como telhado verde e teto verde, consiste num sistema artificial de construção de coberturas de edifícios, habitações ou mesmo estruturas de apoio, sobre as quais são aplicados diversos tipos de materiais, nomeadamente vegetação, que permitem o correto funcionamento do mesmo e tirar partido das suas enormes vantagens ao nível arquitetônico, estético e ambiental.


A confecção de telhados verdes obedecem princípios de projetos tecnológicos consistindo de várias camadas de materiais que devem compor a cobertura de forma harmoniosa. Uma analogia com a montagem de uma lasanha antes de ir ao forno é útil, pois a confecção de uma lasanha baseia-se na construção de várias camadas de alimentos que obedecem uma certa lógica para fornecer um prato saboroso. De modo equivalente, a confecção de um telhado vivo é baseada na montagem de camadas de materiais impermeabilizantes, substratos, bloqueadores de raízes entre outros materiais que devem satisfazer os objetivos de projeto.


Uma função importante de telhados verdes é a capacidade de absorver a água da chuva que cai sobre ele, atrasando o escoamento para o sistema de drenagem. Esta inércia ao escoamento da água da chuva faz com que o telhado verde seja uma opção atraente em regiões urbanas, pois se usado em grande escala pode reduzir a probabilidade de enchentes.
Um telhado verde é uma alternativa viável e sustentável perante os telhados e lajes tradicionais, porque facilita o gerenciamento de grandes cargas de águas pluviais, melhoria térmica, serviços ambientais e novas áreas de lazer. O telhado verde proporciona também um ambiente muito mais fresco do que outros telhados, mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão, reduzindo em até 3°C. Em ambientes extremamentes artificiais como o urbano, promovem o reequilibrio ambiental, trazendo os benefícios da vegetação para a saúde pública e a biodiversidade, quando com plantas nativas do local. Às vezes, telhados verdes contam com painéis solares que reduzem o consumo de energia elétrica.
Melhora as condições termo acústicas da edificação, tanto no inverno como no verão. Estudos de bioclimatismo indicam que, com o uso de coberturas vivas, seja possível melhorar em *90% as condições térmicas no interior da edificação, sem recorrer a sistemas de climatização ou ar-condicionado artificiais.
O teto verde também mantém a umidade relativa do ar constante no entorno da edificação, forma um microclima e purifica a atmosfera no entorno da edificação, formando um micro ecossistema. Contribui no combate ao efeito estufa, aumentando o ‘sequestro’ (retirada) de carbono da atmosfera e ao mesmo tempo traz mais harmonia, bem estar e beleza para os moradores e/ou ocupantes da edificação. É também um excelente atrativo para pontos comerciais, tornando-os mais visíveis, mesmo quando distantes de locais estratégicos.


As plantas e a terra do telhado verde funcionam como um filtro natural da água, que pode ser armazenada ainda mais limpa, para depois ser usada na irrigação do jardim, nas bacias sanitárias, no chuveiro e, em regiões mais áridas, até para cozinhar e beber.

Os custos de instalação de um telhado verde dependem do sistema e tecnologia adotados. A diferença de preços se deve basicamente à quantidade e o tipo de materiais envolvidos, à complexidade de instalação e à escassez de mão-de-obra especializada. Atualmente existem no Brasil tecnologias eficazes e simples de telhados verdes, permitindo rápida amortização do investimento pela economia de energia e uso da área como jardim e lazer, quando em lajes planas. Outro fator de economia é a extensão da vida útil de uma cobertura com telhado verde em relação à convencional, sujeita a demandas de manutenção devido à ação maior dos fatores climáticos, principalmente a impermeabilização, que fica menos propensa a fissuras pela constantes mudanças de temperaturas.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lavabos


Muitas pessoas se preocupam com a decoração de toda a casa, menos a do lavabo. Mas o espaço pequeno funciona como um cartão de visita da casa quando se recebe alguém. Portanto, também merece atenção. Para evitar erros, que podem prejudicar a circulação e conferir aspecto ainda menor, descubra oito itens que merecem atenção na hora de decorar.
Na hora de decorar, deve-se levar em conta a proporção dos móveis e objetos em relação ao tamanho de qualquer ambiente, inclusive o lavabo. Geralmente, os espaços mínimos de circulação devem ficar entre 70 a 80 cm para mais.

Mas, com ambientes cada vez menores, a circulação mínima de 60 cm livre de qualquer “obstáculo” também é aceitável.
Uma dica para decorar é seguir cores, materiais ou conceito dos ambientes próximos. Trazer uma das cores do living irá compor o conjunto com mais harmonia.
Se a casa segue a proposta de poucos elementos, de maneira simples e elegante, pode-se repeti-la no lavabo, é sempre interessante usar cores neutras.
 No entanto, não há uma regra e é possível diferenciar e conseguir também um bom resultado. Pode-se  eleger o lavabo para contrastar com o restante da decoração, toda em tons suaves e neutros ou cores fortes e elementos variados.
Espelhos têm a função de decorar e ainda dar sensação de amplitude. Portanto, são sempre bem-vindos, principalmente em lavabos cada vez menores. 
A combinação de iluminação com espelho sempre traz mais amplitude para qualquer espaço.

Lidar com cores neutras é mais fácil e minimiza chances de erros. Mas, se quiser usar cor forte e chamativa no lavabo, pode até ser em todas as paredes, desde que não fique carregado e combine com a personalidade dos moradores, porque é uma proposta mais ousada.


Que tal incrementar o lavabo com revestimentos nas paredes? A lista de possibilidades é grande e conta especialmente com papel de parede. Não existe uma opção melhor ou pior, tudo depende do conceito que se quer dar ao espaço e principalmente o que imprima o desejo dos moradores.

terça-feira, 18 de abril de 2017

POLTRONA CHARLES EAMES

Este clássico da Herman Miller criado por Charles e Ray Eames, está entre os mais expressivos e colecionáveis designs de mobília do século 20. As formas modernas da Poltrona Eames original são compostas pela combinação de madeira compensada e o couro maleável. Além disso, a poltrona Charles Eames combina com qualquer tipo de decoração, desde as mais clássicas às mais modernas, oferecendo conforto e descanso em casa, em ambientes executivos ou de estar.
Um clássico e elegante item à toda e qualquer decoração.


Características de um original Herman Miller
Um dos fatores que fazem a poltrona Charles Eames ser tão especial é a atenção aos detalhes. Todas as suas peças são montadas manualmente. Sua estrutura de madeira é composta por sete camadas de cerejeira, cerejeira natural, nogueira ou madeira compensada Santos Palisander, lustrosa madeira compensada que tem as mesmas características de cor e textura da original e vem exclusivamente de florestas sustentavelmente administradas. A base e os suportes traseiros são fundidos em alumínio. Os apoios para os braços são de borracha natural e elástica.


Conforto Clássico
Esta luxuosa cadeira possui almofadas de espuma de poliuretano de seis polegadas de espessura e rico estofamento de couro. Todas são estofadas individualmente e substituíveis. Os contornos do assento e da parte alta do encosto acolhem o usuário. A presença do mecanismo giratório embutido oferece maior comodidade, proporcionando relaxamento com estilo.


História do Design
A Eames Lounge Chair and Ottoman é o auge dos esforços de Charles e Ray Eames para criar uma cadeira de sala de descanso confortável e bonita, utilizando técnicas de produção que combinassem tecnologia e habilidade profissional. Sua herança remonta às precursoras Molded Plywood Chairs, criadas pelos Eames nos anos 40, que agora fazem parte da coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York.
Charles Eames disse que seu objetivo para essa cadeira era que ela se transformasse em um refúgio especial da vida moderna.

A primeira Lounge Chair and Ottoman, produzida em 1956, foi um presente de aniversário para o amigo Billy Wilder, cineasta vencedor do Oscar de Melhor Diretor. Ele estreara publicamente no programa Arlene Francis' Home que, mais tarde, tornou-se o programa Today. Desde então, todas as Lounge Chair que foram fabricadas receberam a mesma atenção minuciosa e artesanal.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Papel de Parede - Renasce



Coleção Renascer, Nacional em Vinílico Lavável é um lançamento em Papel de Parede Infantil, para decoração de quartos, salas de brinquedos e livings para elas.

Desenvolvida pela designer Vanessa Guimarães, Londres é foco principal das estampas, mas também contam com desenhos tradicionais e que serão a tendência do ano para o quarto das crianças, como papel de parede com estrelas, papel de parede Chevron e papel de parede listrado.

As cores dão o ar da graça nessa coleção, que sabe mesclar o colorido com o toque de neutro, para que a decoração não fique pesada ou sobrecarregada. Tons de rosa, cinza e azul são o grande destaque desses papéis de parede, e os efeitos perolados ou com brilhos dão o charme que faltava na coleção.

A nova coleção confere um ar de elegância a esses ambientes, sem perder o charme e a delicadeza merecida nos ambientes dos pequenos.
Evolução é a principal característica dessa coleção. Esse lançamento segue as grandes tendências em decor mundial e promete estar no auge durante um bom tempo. Delicadeza chic marcam esse lançamento que promete agradar a pais e filhos em 2017.
O que é papel vinílico?
Em vinil. ... Decoração de vinil consiste numa camada de revestimento, papel ou fibra, e um revestimento superior de plástico (PVC, PU). Oferecemos uma grande variedade de papéis de parede vinílicos, vinil estruturado, ou vinil com superfícies lisas ou em relevo.
Obs.: A área de cobertura de 1 rolo de 52 cm x 10 metros é de 4,5 m². 



sexta-feira, 7 de abril de 2017

Papel de Parede - Roberto Cavalli

O grande estilista e criador Roberto Cavalli esbanja criatividade e ousadia em sua coleção de papéis de parede e painéis exclusivos de sua coleção. Aqui em nossa Home dispomos de toda a coleção, venha se encantar como essa ousadia chic!




Ousadia é ter um ambiente que realmente te faça feliz. Sonhe, nós realizamos!
Bom dia... #papeldeparede #Cavalli #luxoousado






quarta-feira, 5 de abril de 2017

Piano, fonte inspiradora na Decor


O som é produzido por peças feitas em madeira e cobertas por um material (geralmente feltro) macio e designados martelos, e sendo ativados através de um teclado, tocam nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou metal. As cordas vibram e produzem o som. Como instrumento de cordas percutidas por mecanismo ativado por um teclado, o piano é semelhante ao clavicórdio e ao cravo. Os três instrumentos diferem no entanto no mecanismo de produção de som. Num cravo as cordas são beliscadas. Num clavicórdio as cordas são batidas por martelos que permanecem em contacto com a corda. No piano o martelo afasta-se da corda imediatamente após tocá-la deixando-a vibrar livremente.
Teve a sua primeira referência publicada em 1711, no "Giornale dei Litterati d'Italia" por motivo da sua apresentação em Florença pelo seu inventor Bartolomeo Cristofori. A partir desse momento sucede-se uma série de aperfeiçoamentos até chegar ao piano atual. A essência da nova invenção, residia na possibilidade de dar diferentes intensidades aos sons e por isso recebeu o nome de "piano-forte" (que vai do pianíssimo ao fortíssimo) e mais tarde, reduzido apenas para piano. Tais possibilidades de matrizes sonoras acabaram por orientar a preferência dos compositores face ao clavicêmbalo.
O piano é amplamente utilizado na música ocidental, no jazz, para a performance solo e para acompanhamento. É também muito popular como um auxílio para compor. Embora não seja portátil e tenha um alto preço, o piano é um instrumento versátil, uma das características que o tornou um dos instrumentos musicais mais conhecidos pelo mundo.
Existem duas versões do piano acústico moderno: o piano de cauda e o piano vertical (piano armário).
O piano de cauda tem a armação e as cordas colocadas horizontalmente. Necessita por isso de um grande espaço pois é bastante volumoso. É adequado para salas de concerto com tetos altos e boa acústica. Existem diversos modelos e tamanhos, entre 1,8 e 3 m de comprimento e 620 kg.
O piano vertical tem a armação e as cordas colocadas verticalmente. A armação pode ser feita em metal ou madeira. Os martelos não beneficiam da força da gravidade.[7]
Pode considerar-se um outro tipo de piano: o piano automático ou pianola. Trata-se de um piano com um dispositivo mecânico que permite premir as teclas numa sequência marcada num rolo.
Alguns compositores contemporâneos, como John Cage, Toni Frade e Hermeto Pascoal, inovaram no som do piano ao colocarem objetos no interior da caixa de ressonância ou ao modificarem o mecanismo. A um piano assim alterado chama-se piano preparado.
A Família Real portuguesa incentivou o uso do pianoforte no Brasil.
Há ainda o piano digital, que guarda em uma memória os sons a serem reproduzidos. Difere dos teclados digitais por simular a sensação das teclas dos pianos acústicos, e por simular também um piano comum em sua estrutura externa. Apesar de sua estreita semelhança com os pianos acústicos no que diz respeito ao som e às teclas, possui vantagens como a capacidade de alterar o volume do piano e também permitir o uso de fones de ouvido. O piano confere elegância e tradição aos mais distintos ambientes.