David Justi

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Mantas, versáteis por natureza.



A manta é um dos itens mais versáteis da decoração, seja para espantar o friozinho em uma manhã gelada ou simplesmente deixar o sofá mais chique. Ela dá o tom do décor da sala, além de acrescentar cor e calor ao ambiente. Bem levinhas, cada uma tem um tipo diferente de fibras.


Antes de escolher a manta, saiba que um ambiente incrível é formado por cores e texturas diferentes. Não precisa ser tudo junto, é claro, mas a chave do sucesso é variar.
• Para adicionar textura, a manta deve ser de tecido diferente do sofá/poltrona/jogo de cama;
• Para combinar estampas, escolha uma paleta de cores comum entre a manta e a superfície sobre qual ela irá ficar;
• Para escolher cores, tenha em mente a sensação que gostaria de passar (e sentir) no ambiente. Cores escuras e tons fechados deixam o lugar mais quente e são perfeitos para o inverno. Se não quiser ousar nas cores, opte por um tom sobre tom, ou até mesmo mantas das mesmas cores com texturas variadas.
Fibras naturais (algodão, linho, lã, seda) são absorventes. Trazem conforto, absorvem a umidade e retêm o calor. Já as fibras sintéticas, tais como poliéster, nylon e acrílico não são. O tecido esquenta, mas não respira e tende a manchar e acumular odores.
Se as alergias são uma preocupação, escolha uma manta que pode ser lavada em água quente. As de algodão são as mais indicadas.


Falando nisso, quais são os tecidos mais usados na confecção das mantas?
• Lã escovada natural: tem um lado mais espesso de lã escovada, e outro liso. É quente e super macio.
• Lã pura: é aquela lã mais rústica, que pode vir dos carneiros, lhamas, alpacas e ovelhas – que é a mais comum. Recebe tratamento para maciez, mas preserva as fibras e retém mais calor que a lã escovada.
• Chenille: essa palavra francesa é o equivalente à lagarta. Os fios de chenille são embaraçados iguais aos de um casulo, mas extremamente macios, que lembram veludo. Retém e propaga luz, o que o torna um dos tecidos mais usados em decoração.
• Algodão: feito da planta, é o tecido mais popular em vestuário e homewear. A espessura e a quantidade fazem a diferença entre lençóis e cobertores.
• Cashmere: é a lã macia e aveludada produzida pelas cabras Cashmere, da região de Caxemira, da Índia, Tibete, Paquistão, Mongólia, Irã e Iraque. Item de luxo, aquece e deixa qualquer ambiente mais requintado.
• Seda: conhecido por sua resistência, suavidade e calor, mantas de seda oferecem o máximo em luxo. Também tem propriedades anti-microbianas e anti-fúngicos naturais.

Agora que já sabemos sobre o que usar, vamos aprender como usar!
 Dobrada no encosto entre a poltrona e a almofada: para quem tem bichinhos que adoram subir nos móveis, esse jeito de usar a manta protege o estofado e ainda dá um toque de cor.
 Sobre a cabeceira da cama: para deixar o quarto mais estiloso, escolha uma manta da mesma paleta de cores do jogo de cama e estenda sobre a cabeceira.
 Estilo “garçom”: o jeito mais fácil de usar a manta é dobrar ao meio no sentido do comprimento e deixar sobre o braço do sofá. Se continuar comprido, dobre ao meio de novo.


 Cascata: enrugue a manta no sentido do comprimento para criar um efeito drapeado. Jogue sobre o encosto, em uma das pontas do sofá, e deixe as pontas quase tocarem o chão.
 Aos pés da cama: depois de arrumar a cama normalmente, dobre a manta no sentido do comprimento e estenda no fim da cama. A faixa de cor e textura diferentes do resto da roupa de cama deixa o quarto mais bonito e aconchegante.
 Criando ângulos: para a chaises e camas, dobre a manta na metade, no sentido do comprimento; e depois na metade, na largura. Disponha em um dos cantos inferiores, criando um triângulo de cor.
 Despojado-chic: disponha a manta aberta de forma despretensiosa no canto do sofá, de modo que cubra parte do encosto e assento. Quanto mais ondas naturais, melhor.
 Dupla sobre a cama: sempre no sentido do comprimento, dobre uma manta na metade e estenda no fim do colchão, aos pés da cama; dobre outra aos terços, para ficar mais fininha e estenda abaixo dos travesseiros. A combinação liso + estampado é garantia de sucesso.
 Na cesta: enroladas em uma cesta, para que cada um escolha a sua é uma boa opção para eventos na área externa ou uma maratona de filmes com os amigos.
Então, para terminar, a manta não é uma tendência passageira, pode apostar sem medo! É garantia de requinte, mesmo em ambiente mais descolados e um jeito muito cool de espantar o frio.




quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Faça seu cinema em casa

Algumas pessoas como eu por exemplo (rsrsrs), ama estar em casa e ver filmes consigo mesmo, com a família ou com amigos.
Ter um cinema em casa é algo que soa como surreal, mas não é!
Muita coisa vai depender do cômodo escolhido, afinal a acústica do ambiente, tamanho da sala e até o nivelamento do chão podem contar muito.
 Se a sua nova sala de cinema for grande, você pode abusar e comprar uma TV de 84”, se não, é melhor investir numa TV menor (mas ainda grande), já que num cômodo pequeno a sensação de telona vai existir de qualquer forma e, assim, você não prejudica a visão de ninguém.
Componha o ambiente com sofás ou poltronas adequadas e confortáveis e não se esqueça de cortina blackout e iluminação com regulagem.
Basta adequar o espaço ao seu orçamento, criatividade faz toda a diferença.


 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

**BAUHAUS**

                                                A arte inspiradora Bauhaus

Fundada em 1919 pelo arquiteto Walter Gropius, em Weimar, Alemanha, a escola unificou disciplinas como arquitetura, escultura, pintura e desenho industrial. Ela revolucionou o design moderno ao buscar formas e linhas simplificadas, definidas pela função do objeto – um visual “clean”, que você encontra hoje, por exemplo, nos produtos da Apple. Antes de ser fechada por Adolf Hitler, em 1933, a escola teve três fases, marcadas por diretores, sedes e ênfases diferentes.
Gropius ficou no comando até 1927. Hannes Meyer assumiu até 1929, com a escola já na cidade de Dessau, e cedeu o cargo a Mies van der Rohe, com a instituição realocada em Berlim. Conheça o legado deles a seguir.

As características do movimento
O nome é uma junção de “bauen” (“para construir”, em alemão) e “haus” (“casa”)
Interligação com todo tipo de arte, até as consideradas “inferiores”, como cerâmica, tecelagem e marcenaria;
Uso de novos materiais pré-fabricados;
Simplificação dos volumes, geometrização das formas e predomínio de linhas retas;
Paredes lisas e, geralmente, brancas, abolindo a decoração;
Coberturas planas, transformadas em terraços;
Amplas janelas, em fita, ou fachadas de vidro;
Abolição das paredes internas (como nos lofts)

A influência no mundo é enorme e pode ser vista por exemplo:
Nas linhas funcionais e “clean” dos produtos da Apple;
Em cidades planejadas, como Brasília;
Nas obras de Oscar Niemeyer, que sempre privilegiou formas geométricas e cores brancas;
Em prédios como o da Escola Superior de Desenho Industrial, no Rio de Janeiro, do Instituto de Arte Contemporânea de SP e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da USP;
Na identidade visual de bandas como Franz Ferdinand.


Tanto na construção, quanto no designer das mais variadas formas e peças; a Bauhaus foi, é e sempre será uma ímpar fonte inspiradora. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Poltronas: Ápice da Decoração!

Boa tarde meus amores!!


Vocês sabiam que no passado só quem tinha direito a sentar em uma poltrona eram os homens?
É verdade! Por serem peças imponentes (representavam luxúria e poder, e mulher não fazia parte desse clã), somente os homens tinham direito a esse conforto. Mas isso mudou, e hoje em dia todos tem direito a esse "luxo".

Apesar das poltronas clássicas serem consideradas peças chaves na composição de vários ambientes, precisam de um certo "cuidado" ao serem inseridas na ambientação. Por terem uma estrutura robusta, se não forem colocadas de forma estratégica poderão comprometer toda a composição feito no ambiente, quebrando, assim, a intenção da decoração.
Mas o fato inegável, é que são extremamente convidativas para um descanso, leitura, meditação ou bate papo. A palavra clássica muitas vezes soa como algo antigo, portanto, que nada tem a ver com a modernidade. Entretanto, quem pensa dessa maneira está muito enganado, pois combinar uma mobília clássica com um estilo moderno está em alta.






Se o seu objetivo é compor um ambiente mais tradicional, vale a pena deixar a poltrona como ela está, desde que esteja em bom estado. Uma bela poltrona pode deixar o ambiente ainda mais refinado e bem decorado. Mas se você quer deixar sua sala, hall ou escritório com um estilo mais despojado, vale a pena trocar o tecido. Se você não tiver uma peça assim, pode se encontra por um bom preço em um antiquário e deixá-lo totalmente repaginado. Além do mais, adquirir uma poltrona clássica pode ser um ótimo investimento, pois você pode combiná-la com o estilo de sua decoração, e quando quiser mudar o visual da poltrona, basta mudar o tecido ou acrescentar algo que valorize ainda mais a peça, como uma almofada.


Algumas tem assinatura de grandes mestres de criação e valem uma verdadeira fortuna. Conferem elegância, sofisticação, modernidade e sem dúvida mudam e intensificam os ambientes. Escolher uma poltrona não é só combinar com o local, cores e estilo. Existe, no ato da escolha, uma boa parte da personalidade de quem vai usar. 

Seja qual for o ambiente ou estilo certamente você encontrará uma que é a sua cara.







Escolha a sua e ARRASE!

Bjinhos

David Justi