David Justi

Seja Bem Vindo...
Mostrando postagens com marcador Tapetes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tapetes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Àrvore de Natal na Decor.



Civilizações antigas que habitaram os continentes europeu e asiático, no terceiro milênio antes de Cristo, já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles cultivam-nas e realizavam festivais em seu favor. Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas e sua projeção vertical, desde as raízes fincadas no solo, marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra.
Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante à que se faz nos atuais dias. Essa tradição passou aos povos Germânicos, que colocavam presentes para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.
No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado, que os locais adoravam no alto de um monte, e como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal.
A primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letónia, em 1510. Acredita-se também que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, como velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.
Há outras versões, porém, segundo as quais a moderna árvore de Natal teria realmente surgido na Alemanha entre os séculos XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.
Atualmente essa tradição é comum a católicosprotestantes e ortodoxos.
Montagem
O dia de montar as decorações natalinas varia em cada país. Enquanto nos Estados Unidos se monta a árvore de Natal no Dia de Ação de Graças, no Brasil o dia certo para montar a árvore de Natal é no 4° domingo antes do Natal, dia que marca o início do Advento. Já em Portugal a tradição diz que deve ser montada a 1 de dezembro, dia da restauração da independência ou a 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição. A festa cristã relata que no dia 6 de janeiro, em que se comemora o Dia de Reis, data que assinala a chegada dos Três Reis Magos a Belém, encerrando as festas do Natal, quando a árvore de Natal e demais decorações natalinas são desfeitas.
Acessórios
·         Pisca-pisca - é um acessório resumido em um fio com diversas lâmpadas que é utilizado para decoração de casas e árvores de Natal representando as estrelas.
·         Bolas de Natal - são esferas decoradas e coloridas que são usadas nas árvores de Natal simbolizando os bons frutos.
·         Papai Noel - são minibonecos usados nas árvores de Natal representando a bondade.

·         Ponteira - podem ser estrelas ou objetos em forma circular que ficam no ponto mais alto da árvore representando a estrela principal.



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Persa na Decor, Luxo e Estilo.





O tapete persa (em pahlavi bōb em persa farš فرش, significando "estender" e qāli) é uma parte essencial da arte e cultura persas. A tecelagem de tapetes é indubitavelmente uma das manifestações mais características da cultura e arte persas e remonta à antiga Pérsia.
O luxo, a que se associam os tapetes persas, forma um surpreendente contraste com sua modesta origem entre as tribos nômades da Pérsia. O tapete era um bem necessário para proteger-se do inverno rigoroso. Posteriormente, converteu-se em um meio de expressão artística pela liberdade que possibilita principalmente a escolha de cores vivas e dos motivos empregados. Os segredos da tecelagem têm passado de geração em geração. Os artesãos utilizavam os insetos, as plantas, as raízes, as cascas e outros ingredientes como fonte de inspiração.
A partir do século XVI, a tecelagem de tapetes se desenvolveu até converter-se em arte.
Os tapetes persas podem ser divididos em três grupos: Farsh / 'Qālii' (para medida superior a 1,80x1,20 metro), Qālicheh (para medida igual ou menor a 1,80x1,20 metro), e tapetes nômades conhecidos por Kilim, (incluindo o Zilu, significando tapete tôsco).
 Tapete Pazyryk, o tapete mais antigo do mundo, século V a.C..
A arte de tecer tapetes existe no Irã desde os tempos antigos, de acordo com as evidências e, na opinião de cientistas. Um exemplo de tais evidências é o tapete Pazyryk de 2.500 anos produzido no período Aquemênida, por volta de 500 a.C..
As primeiras provas documentais sobre a existência de tapetes persas vieram através de textos chineses que remontam ao período Sassânida (224 - 641).
Esta arte sofreu várias mudanças em diferentes períodos da história iraniana na medida em que ela passou pela era islâmica indo até a invasão mongol do Irã. Após a invasão, a arte começou a crescer novamente durante o reinado das dinastias mongóis dos Timúridas e dos Ilcanidas.
Com o passar dos anos, os materiais utilizados na confecção dos tapetes, como a , a seda e o algodão, se decompõem. Devido a isso, os arqueólogos raramente conseguem descobrir algum vestígio útil deles nas escavações arqueológicas. O que permaneceu dos tempos antigos como evidência da tecelagem de tapetes não vai além de alguns pedaços desgastados. Esses fragmentos não ajudam muito no reconhecimento das características de tecelagem de tapetes anteriores ao período seljúcida (séculos XIII e XIV) na Pérsia.
Período pré-islâmico
Em uma única escavação arqueológica, em 1949, o excepcional tapete Pazyryk foi descoberto entre o gelo do vale Pazyryk, nas Montanhas Altai, na Sibéria. O tapete foi encontrado no túmulo de um príncipe cita. Testes com carbono-14 indicaram que o tapete Pazyryk foi tecido no século V a.C..[4] Este tapete tem 2,83 por 2,00 metros e tem 36 nós simétricos por cm².[5] A avançada técnica de tecelagem usada no tapete Pazyryk indica uma longa história de evolução e de experiências nesta arte. O tapete Pazyryk é considerado como o mais antigo tapete do mundo.[6] Sua área central é de cor vermelho escuro e tem duas grandes bordas, uma representando um veado e a outra um cavaleiro persa.
No entanto, acredita-se que o tapete de Pazyryk provavelmente não seja um produto nômade, mas sim um produto de um centro de produção de tapetes aquemênidas.
Registros históricos mostram que a corte aquemênida de Ciro, o Grande em Pasárgada era decorada com magníficos tapetes. Isto foi há mais de 2500 anos atrás. É dito que Alexandre II da Macedônia ficou deslumbrado com os tapetes que viu na área do túmulo de Ciro, o Grande em Pasárgada.
Até o século VI, os tapetes persas de  ou de seda eram muito apreciados pelos nobres da corte em toda a região. O tapete Bahârestân (em persaفرش بهارستان, significando o tapete da primavera) foi encomendado pelo  sassânida Cosroes I para a sala principal de audiências do Palácio Imperial da dinastia sassânida em Ctesifonte, na província de Khvârvarân (atual Iraque). Media 140 metros (450 pés) de comprimento por 27 metros (90 pés) de largura, e seus desenhos representavam um jardim. Em 637, quando a capital iraniana, Ctesifontefoi ocupada, o tapete Baharestan foi levado pelos árabes, cortado em pedaços menores, e dividido entre os soldados vencedores como espólio.
Segundo os historiadores, o famoso trono Tāqdis era também coberto com 30 tapetes Baharestan especiais representando os 30 dias do mês e quatro outros tapetes representando as quatro estações do ano.
Período islâmico

Desde o fio de fibras até as cores, cada parte do tapete persa é tradicionalmente feita à mão a partir de ingredientes naturais ao longo de muitos meses. Este árduo processo é mostrado no filme nipo/iraniano Kaze no jûtan (O Tapete de Vento) de 2003, dirigido por Kamal Tabrizi.
No século VIII a província do Azerbaijão esteve entre os maiores centros de tecelagem de tapetes e carpetes (zilu) do Irã. A província de Mazandaran, além de pagar impostos, enviou todos os anos 600 tapetes para as cortes dos califas em Bagdá. Naquele tempo, os principais itens exportados dessa região eram tapetes e carpetes para serem usados durante as orações. Além disso, os tapetes de KhorassanSistan e Bucara, devido à seus desenhos e motivos tinham grande aceitação entre os compradores.
Durante os governos das dinastias seljúcida e Ilcanato, a tecelagem de tapetes era ainda um negócio florescente tanto que o chão de uma mesquita construída por Ghazan Khan, em Tabriz, região noroeste do Irã, era coberto com magníficos tapetes persas. Ovelhas eram criadas especialmente para a produção da fina lã usada para tecer os tapetes. Os desenhos dos tapetes ilustrados nas iluminuras pertencentes à era Timúridadão prova do desenvolvimento desta indústria, nesse momento. Existe também outra pintura em iluminura daquele tempo, que retrata o processo de tecer tapetes.
Durante esse período foram criados os centros de tingimento próximos às áreas de tecelagem. A indústria começou a prosperar até o Irã ser atacado pelos exércitos mongóis.
O tapete persa mais antigo deste período, que chegou até os nossos dias, é um exemplar da era Safávida (1501-1736), tapete este conhecido como Ardabil, atualmente no Museu Vitória e Alberto, em Londres. Este tapete muito famoso tem sido objeto de intermináveis cópias variando de tamanho desde os bem pequenos indo até os de escalas maiores. Existe um 'Ardabil' na 10 Downing Street, Londres e até mesmo Adolf Hitlerpossuía um 'Ardabil' em seu escritório em Berlim.

Georg Gisze, um comerciante alemão em Londres1532Berlim, por Hans Holbein, o Jovem.
Os tapetes tecidos em 1539-40 trazem a data da confecção. A base é de seda e a composição da superfície de  com uma densidade de nós de 300-350 nós por polegada quadrada (470-540.000 nós por metro quadrado). O tamanho dos tapetes é de 10,5 x 5,3 metros.
Existe muita variedade entre os tapetes persas clássicos dos séculos XVI e XVII. Há numerosas sub-regiões que contribuem para as concepções distintas dos tapetes persas deste período, tais como Tabriz e Kerman. Os motivos mais comuns incluem os ramos de videiraarabescosfolhas de palmeiras, conjunto de nuvens, medalhões, e a sobreposição de padrões geométricos em vez de figuras humanas ou de animais. Desenhos de figuras são particularmente populares no mercado iraniano e não são tão comuns em tapetes exportados para o Ocidente.
Chegada na Europa
Segundo Kurt Erdmann, os tapetes do Oriente não chegaram na Europa antes do século XIII. De fato, nas pinturas de Giotto di Bondone (1266-1337) aparecem tapetes presumivelmente de origem persa; provavelmente foi o primeiro a representá-los, seguido de Jan van Eyck (c. 1390 - 1441), Andrea Mantegna (1435-1506), Anthony van Dyck (1599-1641) e Peter Paul Rubens (1577-1640). Os tapetes adquiridos pelos europeus eram muito valiosos para serem estendidos no chão, tal como era costume no Oriente. Os termos usados nos inventários venezianos mostram que os tapetes eram colocados sobre as mesas (tapedi da descotapedi da tavola) ou cobrindo arcas que serviam de assento (tapedi da cassa). As pinturas européias confirmam estes usos
As duas guerras mundiais representam um período de declínio para os tapetes persas. A produção volta a crescer depois de 1948, e surgem luxuosíssimos tapetes graças ao incentivo dado pela dinastia Pahlavi. Em 1949, o governo iraniano organiza uma conferência em Teerã para solucionar os problemas da queda da qualidade dos tapetes, constatados desde os últimos sessenta anos (uso de anilina e de corantes ao crômio, queda da qualidade dos desenhos, uso do nó jofti). Como resultado desta conferência, o governo tomou uma série de medidas que levaram a uma renovação do tapete persa.
Devido a revolução islâmica a produção de tapetes persas diminuiu extraordinariamente uma vez que o novo regime considerava os tapetes como um "tesouro nacional" e proibiu a sua exportação para o Ocidente. Esta política foi abandonada em 1984, devido à importância dos tapetes como fonte de receitas. As exportações conheceram um novo avanço no final da década de 1980 e com o término da guerra Irã-Iraque. Entre março e agosto de 1986, triplicaram seu valor (de 35 milhões de EUA dólares para 110 milhões) e dobraram seu volume (de 1154 toneladas para 2845), o que contribuiu para uma queda mundial no preço dos tapetes.
Atualmente, as técnicas tradicionais de tecelagem estão bem vivas, apesar da maior parte da produção de tapetes ter-se mecanizado. Os tapetes tradicionais tecidos à mão são comprados no mundo todo e geralmente são muito mais caros que os confeccionados à máquina por serem um produto artístico. No Museu do Tapete do Irã, em Teerã, podem ser vistas muitas peças selecionadas de tapetes persas.
Nos últimos anos, os tapetes iranianos vêm sofrendo forte concorrência de outros países que produzem falsificações dos desenhos originais iranianos. A ausência de registros de marcas e patentes dos produtos originais é a causa dos maiores problemas com esta arte tradicional, bem como a redução da qualidade das matérias-primas no mercado local e a consequente perda dos padrões originais. A ausência da moderna Pesquisa e Desenvolvimento, está a causar o rápido declínio no tamanho e no valor de mercado desta arte.


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Tudo sobre tapetes.


1. Os tapetes funcionam como isolantes térmicos, mantendo a temperatura do ambiente aconchegante nos dias mais frios;
2. Diminuir os ruídos internos – ou até mesmo externos, no caso de apartamentos -, é uma vantagem que o tapete oferece para garantir maior tranquilidade para o ambiente;
3. Suavizam a queda de objetos e evitam que eles quebrem ou estilhacem – no caso de vidros, louças e cerâmicas – com facilidade após o impacto;
4. Proteger o piso ou esconder pequenas imperfeições nele é um papel que o tapete também desempenha;
5. Além de ser facilmente armazenado, o tapete é um complemento decorativo que pode ser transportado para outros ambientes, ou, até mesmo, residências;
6. O uso de tapetes é uma boa solução para delimitar cenários distintos em espaços integrados, sem comprometer a decoração ou funcionamento do ambiente.
Retangular
Modelos retangulares sempre marcam presença na decoração do ambiente de estar e home cinema. Contudo, é preciso selecionar tapetes que respeitem as medidas do cenário ao avança-los sob os pés dos móveis, amarrando-os, e deixando à mostra parte do piso, como se fosse uma moldura.
Redondo
Tapetes redondos são perfeitos para quebrar a monotonia de ambientes formais, deixar o hall de entrada mais dinâmico ou, até mesmo, ser usado no quarto infantil para determinar o cantinho de brincadeiras dos pequeninos.
Quadrado
O tapete quadrado é ótimo para ser como o centro das atenções de um ambiente. Quem possui dois tapetes retangulares, com medidas e acabamentos semelhantes, pode criar sua versão quadrada ao uni-las – uma solução simples para quem busca medidas fora do padrão.
Tamanho
O tamanho do tapete é determinado pela dimensão do ambiente. Opte sempre por modelos que respeitem as proporções do espaço, possam manter os móveis distribuídos dentro dele ou avancem até 30cm sob a frente e as laterais do sofá e sobrem até 70 cm ao redor da mesa.
Sisal
Resistente e de alta durabilidade, este tapete produzido com fibras biodegradáveis é indicado para proteger áreas de trafego intenso (como hall e corredores) ou melhorar a acústica de ambientes variados (como sala de estar ou home cinema). Versátil e fácil de ambientar, o tapete de sisal confere informalidade a qualquer cenário rústico ou contemporâneo.

Poliéster
Produzido com fibras sintéticas, o tapete em poliéster oferece maciez e textura de toque suave a diferentes cenários. Perfeita para espaços com baixo tráfego (como quartos, home cinemas e home offices) a opção em poliéster não perde a cor com facilidade e é resistente às manchas. O fato de ser antialérgico e possuir grande variedade de cores, formas e dimensões são outros diferenciais deste tapete que pode ser usado em decorações com os mais variados estilos.

Algodão
Este material é o mais indicado para quem deseja renovar o visual de qualquer ambiente, sem deixar de lado qualidade e ótima relação custo-benefício. Disponível em medidas, tonalidades e espessuras diversas, o tapete de algodão é macio e muito fácil de limpar, perfeito para banheiro, lavabo ou cozinha. Ideal para completar decorações rústicas em casas de campo ou litoral, ou conferir um toque de naturalidade a cenários urbanos.

Lã ovina
Excepcionalmente elegante, o tapete confeccionado com lã de carneiro é ideal para aquecer a casa em temporadas mais geladas. Versátil e fácil de ser ambientado, este tapete possui toque macio e outros diferenciais como conforto, bom isolamento e regulagem térmica, flexibilidade e resistência a peso, pois não deforma, além de possuir longa vida útil.




Polipropileno
Praticidade e qualidade são os pontos fortes do tapete em polipropileno. Produzido com fibras sintéticas, este tapete é antimicrobiano, tem bom isolamento térmico, não propaga fogo e é altamente resistente às manchas químicas e limpezas constantes. É especialmente indicado para locais de tráfego intenso, como sala de estar ou corredores. Disponível em cores, dimensões e formatos variados, o tapete em polipropileno é eclético e se adequa a diferentes estilos de decoração.
Couro Bovino
Conforto, durabilidade, praticidade e sofisticação são detalhes marcantes de qualquer tapete confeccionado com couro bovino. Com ele é possível vestir e renovar o visual de diferentes ambientes da casa – sejam eles contemporâneos, ecléticos, modernos ou rústicos – e, ainda, garantir o bem-estar de qualquer pessoa pelo fato de se tratar de um material hipoalérgico.
Cores e Estampas
Tons claros e escuros
Investir em tapetes de tonalidades claras pode ser uma boa solução para criar uma sensação de amplitude em ambientes compactos. Já para preencher espaços amplos, o indicado é usar tapetes escuros com móveis e objetos de cores claras para manter o equilíbrio do espaço.
Sobreposições
Sobrepor tapetes de tonalidades ou texturas variadas, mas com a mesma linguagem, pode ser uma ótima forma de criar uma combinação personalizada para o ambiente. Contudo, para evitar deslizes ou exageros, utilize uma peça lisa para manter o equilíbrio da composição.
Animal Print
Apostar em um tapete com estampa animal é uma boa solução para quem deseja tê-lo como destaque no ambiente. Entretanto, é preciso que ele dialogue com os demais itens do cenário, de preferência neutros, para haver harmonia na decoração do ambiente.
  

Dicas úteis
» Evite tapetes de pelos médios e altos na sala de jantar, pois ambos facilitam que os pés dos móveis se enrosquem e os alimentos se percam entre eles;
» Utilize fitas adesivas antiderrapantes para fixar os tapetes em pisos encerados ou lisos – como carpete de madeira, azulejo, mármore, entre outros -, pois assim evitam-se acidentes; alguns já têm base antiderrapante;
» Atente-se à localização do tapete no ambiente para que ele não dificulte a abertura de uma porta devido à espessura do pelo ou trama;
» Crie o hábito de alternar o posicionamento do tapete para não ocorrer o desgaste contínuo de uma determinada área dele.
Manutenção
» Os tapetes devem ser higienizados a cada 30 dias caso haja crianças pequenas e/ou animais na residência. Na ausência de ambos este prazo aumenta para 60 dias;
» Reserve dois dias da semana para retirar o excesso de poeira dos tapetes da casa utilizando o aspirador de pó – esta rotina pode ser diária caso haja necessidade;
» Recorra a lavanderias especializadas para lavar os tapetes e manter o conforto, a qualidade e o aspecto conservado da peça;
» Cuidado com alguns tira-manchas, pois eles podem danificar os fios do tapete. Para evitar possíveis danos, utilize apenas sabão e detergente neutros ou consulte o fabricante.